terça-feira, 10 de abril de 2018

O Fator ABE:
Negociação amigável e presencial.


Nós não nos limitamos somente à cartas de cobrança e telefonemas.
Desde a nossa fundação, investimos na Negociação Presencial, executada
por profissionais com formação específica para negociações presenciais,
que percorrem todo o País contatando o inadimplente em seu próprio
estabelecimento comercial.


Entendemos que cada cliente é de um jeito e que toda negociação tem
a sua particularidade. E para que a cobrança seja respeitosa e eficiente,
apostamos no Fator ABE, responsável por diferenciar e destacar a nossa
empresa no mercado.


Nossos Negociadores Sêniors informam ao Devedor sobre as vantagens
da composição amigável em relação a ação judicial, compondo o débito
existente, com o objetivo de transformá-lo em adimplente.

segunda-feira, 19 de março de 2018

Para limpar nome, 36% dos brasileiros buscam acordo.

Inclusão do CPF no cadastro de devedores motiva a renegociação 
Inclusão do CPF no cadastro de devedores motiva a renegociação Inclusão do CPF no cadastro de devedores motiva a renegociação /MARCOS NAGELSTEIN/arquivo/JC 

O acordo com o credor tem se consolidado cada vez mais como estratégia para o consumidor inadimplente limpar seu nome e se reabilitar a novas operações de créditos. Nos últimos 12 meses, por exemplo, 36% de um total de 800 consumidores ouvidos em uma pesquisa conduzida pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) buscaram acordo com seus credores. O segundo recurso mais utilizado, por 24% dos consultados, é a economia de gastos ou de cortes no orçamento, seguida da geração de renda extra, com 18% das respostas e do uso do 13º salário, para 11% do universo pesquisado.

Outros 8% optaram por contrair um empréstimo consignado. A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, observa que o melhor caminho para colocar as finanças em ordem é planejar, negociar e procurar prazos e condições de pagamentos realistas e que caibam dentro do orçamento. Pelo levantamento, 72% dos entrevistados tentaram renegociar as dívidas após terem o Cadastro da Pessoa Física (CPF) negativado, sendo que 45% tiveram a iniciativa de propor um acordo direto e 27% foram procurados pela empresa, que ofereceu novas condições para acertarem as contas. O consumidor, em geral, se sente envergonhado por ter deixado de honrar suas dívidas. 

A vergonha tira dele a coragem para encarar o credor de frente. Por isso, talvez, o telefone tenha se mantido como o método mais comum para renegociar dívidas. A internet também ganha relevância. Está presente em 29% dos casos, segundo a pesquisa. Pensando no constrangimento sofrido pelo devedor, o SPC Brasil criou, em seu site, uma ferramenta chamada "Recupera". De acordo com o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Júnior, a ferramenta recebeu este nome porque a recuperação se dá para os dois lados. "A empresa credora recupera o dinheiro; e o consumidor, seu crédito. É uma ferramenta em que o consumidor inadimplente poderá entrar no site e renegociar dentro dos parâmetros da empresa todas as dívidas", disse o executivo.

Do lado ativo, segundo Pellizzaro, se o consumidor deixar o telefone celular, poderá receber mensagens por SMS com informações sobre onde poderá renegociar sua dívida. Outra descoberta feita pelo levantamento do SPC Brasil e da CNDL é que a dívida média do brasileiro diminuiu de R$ 2,9 mil para R$ 1,5 mil. A pesquisa revela, ainda, que o cartão de crédito é a modalidade que mais causa inadimplência, com 53% das citações. Para Abecs, novo crediário não substitui parcelado sem juros A opção de pagamento por meio do novo crediário, que é o parcelado com juros, não irá substituir a modalidade de parcelado sem juros no cartão de crédito, mas será uma alternativa no leque, disse o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito (Abecs), Fernando Chacon. 

O executivo lembrou que o "novo crediário" não é o nome dessa modalidade, que será, futuramente, batizado. "Precisamos pagar o lojista em um prazo curto e financiar o consumidor em juros competitivos. Esse será mais uma opção de financiamento", disse Chacon, em palestra no Congresso de Meios Eletrônicos de Pagamento (Cmep). Atualmente, o varejo recebe o pagamento com cartão de crédito após 30 dias. "Com esse modelo, há redução do prazo de pagamento ao lojista, propicia a prática de diferenciação de preços e amplia o prazo do financiamento, atualmente limitado a 12 vezes no modelo de parcelado sem juros", destaca o presidente da Elo, Eduardo Chedid.

http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/03/economia/616537-para-limpar-nome-36-dos-brasileiros-buscam-acordo.html

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Recuperação de crédito avança 0,3% em janeiro, mostra estudo.


FOTO: Dreamstime


DCI

Da Redação
19/02/18

O indicador de recuperação de crédito – obtido a partir da quantidade de exclusões dos registros de inadimplentes da base da Boa Vista SCPC – apontou crescimento em janeiro de 0,3%, na comparação com dezembro. Já na análise acumulada em 12 meses, houve queda de 1,1%. Ante o mesmo mês de 2017, a alta foi de 4,2%.

Em termos regionais, na avaliação em 12 meses, observou-se alta na região Sul (5,4%) e Sudeste (0,1%). Em sentido oposto, a região Nordeste foi o destaque negativo (-6,7%) na recuperação de crédito, seguido do Norte (-6,6) e Centro-Oeste (-3,4%).
Porém, algumas regiões já conseguiram reverter suas tendências ao longo de 2017, com o gradual aumento da atividade econômica e melhoria do trabalho.

https://www.dci.com.br/financas/recuperac-o-de-credito-avanca-0-3-em-janeiro-mostra-estudo-1.684535

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Número de empresas inadimplentes cresce 5,35% em 2017, diz SPC. 

Segundo dados divulgados hoje, o Sudeste concentra a maior parte do número de empresas negativadas, com 46,14% do total. 


Por Agência Brasil

 

Inadimplência das empresas: por setores, serviço lidera com maior número de empresas negativadas (BrianAJackson/Thinkstock)

As empresas inadimplentes cresceram 5,35% em 2017, com alta de 0,34% em relação a 2016, segundo o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). As dívidas em atraso tiveram alta de 3,64% na comparação anual.
Por regiões, no Sudeste, o número de empresas negativadas na comparação anual avançou mais do que em outras regiões: a alta foi de 7,37%. Em seguida, aparecem o Sul (3,18%), o Centro Oeste (2,99%), o Nordeste (2,61%) e a região Norte (2,23%).
Em termos de participação, o Sudeste concentra a maior parte do número de empresas negativadas, com 46,14% do total. O Nordeste, por sua vez, concentra 20,77%, enquanto o Sul aparece com uma fatia de 17,07%.

Por setores, serviço lidera com maior número de empresas negativadas, com variação de 8,22%. Em seguida, aparecem comércio (3,42%), indústria (2,93%) e agricultura (-0,99%). Quando se analisa os setores credores (para os quais as empresas devem), o maior avanço da inadimplência foi observado pela indústria (4,67%), seguida de serviço (4,12%) e comércio (3,24%).
“Ainda há efeitos da crise, mas também há sinais de retomada da economia. Para este ano, espera-se que, à medida que os negócios se recuperem, o fenômeno da inadimplência desacelere”, avalia o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro.

https://exame.abril.com.br/economia/numero-de-empresas-inadimplentes-cresce-535-em-2017-diz-spc/

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Como o empreendedor pode driblar a inadimplência no coworking.

Sempre é possível criar estratégias para que a situação econômica das empresas alocadas em coworking não atrapalhe o bom funcionamento do negócio.


Bruna Lofego , Administradores.com

16 de janeiro de 2018

iStock


Segundo o Censo Coworking Brasil 2017, até o primeiro trimestre deste ano foram contabilizados 810 escritórios compartilhados ativos no país - um crescimento de 114% em relação ao ano passado. Seja com a economia em alta ou em baixa, os coworkings continuam a representar uma boa escolha para a grande maioria as empresas. Em momentos de crise, muitas empresas procuram os escritórios compartilhados para amenizar os custos fixos. Mas, mesmo com a melhoria do cenário econômico, muitas empresas continuam a utilizar os coworkings, por notarem que, além de mais econômicos, são espaços práticos, versáteis e confortáveis.

No entanto, com os altos e baixos da economia, sempre há empresas que não atingem o lucro desejado em relação aos investimentos que fizeram. Ainda segundo a pesquisa do Coworking Brasil, 14% das empresas instaladas em coworkings tiveram prejuízo em 2016, 9% declararam que o negócio não foi bem, e 35% consideraram o lucro obtido abaixo do esperado. Com isso, cresce uma questão que afeta negócios das mais diversas áreas: a inadimplência.

Mas sempre é possível criar estratégias para que a situação econômica das empresas alocadas em coworking não atrapalhe o bom funcionamento do negócio. É relativamente normal que o coworking termine o mês com uma inadimplência de 1%. Se esse índice subir para 5% no final e no início do ano, é preciso ter muito cuidado, pois essa taxa é considerada muito alta.

Não há nada de errado em cobrar um cliente se ele estiver inadimplente, mas é uma situação que sempre pode causar desconforto. Por isso, é preciso tomar alguns cuidados que ajudam a evitar "saia justa":

Cobrar antecipadamente ao uso
A prestação de serviço em um coworking se dá de forma imediata, com o uso das instalações. A cobrança antecipada evita que o empreendedor tenha problemas com pessoas mal intencionadas. É uma condição justa de cobrança, que garante que o empreendedor não passe por certos imprevistos.

Fazer análise de crédito
Previna-se e realize uma análise de crédito criteriosa. Exija documentos que atestem que o interessado é um bom pagador. Além disso, esclareça muito bem questões ligadas à forma de pagamento das mensalidades. Pesquisar sobre o cliente e conversar para alinhar pontos duvidosos é uma das estratégias que evita a ocorrência de problemas futuros.

Ofereça pacotes personalizados
Comercialize pacotes mais simples, personalizados de acordo com a necessidade das empresas, mas sem ultrapassar o orçamento do contratante. Facilite a decisão com vantagens extras, inove e inclua itens diferenciados. Com pacotes feitos sob medida, você oferece opções mais econômicas para seus clientes, com um valor que seja vantajoso para o seu negócio.

Sazonalidade
A inadimplência pode subir bastante no início e no final de ano, épocas em que as empresas podem ter seu faturamento afetado. Estabeleça critérios específicos de cobrança nessas datas. É imprescindível descrever de forma bem detalhada em contrato as diferentes especificações em relação a essa questão, para que seja possível pedir garantias durante esses períodos.

Bruna Lofego — Especialista em coworking, além de CEO e Founder da CWK Coworking, que conta com cinco espaços, localizados em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Lançou em 2016 o curso Como Montar seu Coworking, voltado para empreendedores e investidores de todo o Brasil interessados em abrir um espaço compartilhado.

https://www.administradores.com.br/noticias/negocios/como-o-empreendedor-pode-driblar-a-inadimplencia-no-coworking/123079/

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Quando uma empresa tem foco e mesmo assim quebra.

11 jan 2018

 

Segundo pesquisas do SEBRAE, no Brasil existem 6,4 milhões de estabelecimentos. Desse total, 99% são micro e pequenas empresas (MPE). As MPEs respondem por 52% dos empregos com carteira assinada no setor privado (16,1 milhões de pessoas) e aproximadamente 50% das microempresas não conseguem sobreviver aos 2 primeiros anos de vida.
Um dos maiores desafios atualmente para as MPEs não está na falta de informação ou conteúdo perante a facilidade e infinidade de possibilidades perante à internet e sim em ter a clareza suficiente do seu negócio e saber quais as decisões assertivas que devem ser tomadas no curto, médio e longo prazo, mesmo sabendo que mudanças de rota serão necessárias perante um cenário de mudanças cada vez maiores.

Ter foco para obter resultados satisfatórios já não é mais a receita infalível para garantir o sucesso de um negócio. A nova realidade da economia e das empresas brasileiras vai muito além do simples investimento em energia, tempo, dinheiro e pessoas, em tarefas básicas e pré-definidas que nem sempre se transformam na receita financeira esperada.
“Como resultado desse processo temos micro, pequenos empresários frustrados com seu negócio, tendo poucas vendas e clientes, patinando com suas empresas, praticando a lei do máximo esforço e mínimo resultado e, muitas vezes, sem saber porque isso está acontecendo”, destaca Renato Pradillas, coach de negócios e sócio da RP Resultado e Performance, empresa focada em desenvolvimento empresarial.
Os empresários que não sabem o que está acontecendo internamente em seus negócios muitas vezes buscam razões externas para justificar o mau desempenho. “Crise e retração da economia frequentemente viram as justificativas mais frequentes nos corredores das empresas”, reforça Pradillas.

Segundo Pradillas, o problema não é falta de foco do empresariado, pois eles são muito dedicados e trabalhadores. A questão é a busca pela clareza. “Ter uma visão clara e objetiva de onde se quer chegar é um dos primeiros e mais importantes passos, antes mesmo de definir o foco e começar a atuar. Sem isto não temos como medir nosso progresso.”, diz o especialista.
Diante desse cenário das MPEs, Pradillas tem uma meta audaciosa em quebrar a tradição de que o Brasil só começa a funcionar depois do Carnaval e já está montando uma Imersão para um grupo reduzido e seleto de micro e pequenos empresários por 3 dias.
Nesta imersão, o “foco” será montar todo o planejamento estratégico, um plano de ação e desenvolver habilidades em Vendas para que cada empresário possa bater as metas de ainda em 2018 e ter uma empresa mais sustentável e lucrativa.
A Imersão acontece em São Paulo nos dias 02, 03 e 04 de fevereiro de 2018, ou seja, uma semana antes do Carnaval.

Candidate-se a uma das vagas pelo link: http://renatopradillas.com.br/imersaolapidar

https://exame.abril.com.br/negocios/dino/quando-uma-empresa-tem-foco-e-mesmo-assim-quebra/

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Inadimplência das empresas cresceu 3,71% em novembro.
 
Comparação anual, entretanto, mostra desaceleração do calote.


por O Globo

SÃO PAULO - O número de empresas inadimplentes e registradas nos cadastros de devedores cresceu 3,71% em novembro na comparação com o mesmo mês do ano passado – quando a variação havia sido de 6,80%. Entre outubro para novembro de 2017, houve leve crescimento de 0,53%. O número de dívidas teve crescimento de 2,01% em novembro na comparação anual.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) através do Indicador de Inadimplência de Pessoa Jurídica.

“Para os próximos meses, espera-se que atividade econômica siga uma lenta recuperação, e que os empresários permaneçam cautelosos devido ao cenário de grande incerteza política e econômica, o que deve manter o crescimento da inadimplência das empresas limitado", avaliou o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro,

Os dados mostram que o Nordeste lidera o crescimento da inadimplência das empresas. Na comparação de novembro com o mesmo mês do ano anterior, o número de pessoas jurídicas negativadas na região cresceu 3,80%, a maior alta entre as regiões, seguida pela região Centro-Oeste, que teve um aumento de 3,50%. Em seguida aparecem as regiões Sudeste (3,30%),, Sul (3,03%) e Norte (1,96%).

Entre os segmentos devedores, as altas mais expressivas ficaram com serviços (5,91%) e comércio (2,30%), seguidos de indústria (1,88%).

https://oglobo.globo.com/economia/inadimplencia-das-empresas-cresceu-371-em-novembro-22238667